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A cultura DIY

por André Menin 20 de junho, 2017
494 visualizações 5 minutos de leitura
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Você sabe o que significam essas letrinhas? DIY é uma sigla em inglês para “Do It Yourself”, e sua tradução é “Faça Você Mesmo”. Graças à internet, essa cultura está ganhando força e cada vez mais adeptos.
Existem inúmeros motivos pelos quais as pessoas optam por fazer algo com as próprias mãos, como: busca pela exclusividade, terapia, exercitar a criatividade, baixo custo, e assim por diante. Mas o motivo principal é a facilidade em encontrar as informações necessárias para executar o que estiver em mente.

Foto por CRAFT24

Apesar de o termo ter ganhado popularidade somente nos últimos anos, a cultura DIY teve seu início após a segunda guerra mundial, quando mulheres americanas e europeias eram orientadas pelo governo a reformarem objetos, roupas, calçados e tudo mais que tinham em casa para vencer a falta de recursos que estavam passando.

Após alguns anos, na Grã-Bretanha, iniciou-se uma revolução da juventude, onde o estilo musical skiffle (uma mistura de jazz popular, folk e blues) começou a amadurecer, e alguns dos instrumentos utilizados eram feitos em casa com tábuas de passar, caixas de madeira e até cabos de vassoura.

Foto por rawpixel

À medida que a cultura se desenvolveu, sua relação com o movimento punk ganhou mais força, e seu principal objetivo tornou-se fugir do consumismo que dominou as décadas de 70 e 80. Com uma pegada mais reflexiva, esse movimento trouxe os primeiros sinais do consumo consciente que conhecemos hoje.

Foto por Ljupco Smokovski

Seu surgimento no Brasil aconteceu ainda no século XIX, através de revistas de corte e costura. Hoje, com equipamentos compactos e acessíveis, todos podem ter uma oficina ou marcenaria em sua garagem, fortalecendo ainda mais a vontade de aprender e colocar em prática o aprendizado DIY.

Foto por rawpixel

Podemos dizer que o DIY tem uma pitada de artesanato, pois podem ser utilizadas técnicas artesanais para confeccionar as peças. E como sabemos, para ser considerada como artesanato a atividade deve ser manual e cultural, normalmente com conhecimentos passados de geração para geração. Por sorte nosso país é riquíssimo quando o assunto é cultura, o que faz o conhecimento espalhado ser ainda mais completo e variado.

Foto por Karly Santiago

Sustentabilidade e economia são dois grandes impulsionadores do movimento “faça você mesmo”. A ideia de reaproveitar matérias e transformá-los em algo novo também está presente em outras tendências, por isso precisamos compreender como esta cultura surgiu, pois independente de gostarmos ou não, ela já está acontecendo.

Foto por Photographee

por Refresher

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