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Xennial: Nem X, nem Millennial

por André Menin 15 de agosto, 2017
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Se você não se considera nem um, nem outro, provavelmente você seja um Xennial! Um termo que mescla a letra “x” com o final da palavra “Millennial” e apareceu pela primeira vez em 2014 em um artigo no site Good.

Foto por GaudiLab

Foi utilizado para explicar a microgeração que está entre duas grandes gerações: pessoas que não são tão irritadas quanto os da Geração X, mas também não são otimistas e alegres como os Millennials. O ponto de equilíbrio pertence aos nascidos entre 1977 e 1983.

Foto por Photosampler

Essa geração provavelmente cresceu sem a internet, mas a descobriu no final da adolescência. Possui domínio da tecnologia e até trabalha com ela, mas nasceu na era do papel e lembra-se de quando as pesquisas para trabalhos escolares eram feitas em livros.

Foto por fizkes

Utilizava o telefone fixo para colocar os assuntos em dia e comprava discos ou CDs para ouvir o que queria na hora que queria (caso contrário deveria esperar quando ela tocasse na rádio).

Foto por ShotPrime Studio

Segundo o instituto de pesquisas sociolólogicas Pew Research, somente 40% dos norte-americanos nascidos na geração Millennial se sentem parte dela. Não querem ser assim rotulados em função da má reputação que a geração possui perante a sociedade.

Foto por diignat

Desse modo, a classificação “Xennial” vem a calhar, mostrando que apesar de ser uma geração jovem, possui maturidade o suficiente para ser levada a sério.

Foto por Nick Starichenko

Os dados do instituto evidenciam que quando falamos em gerações, não podemos uniformizar e rotular todos os nascidos em uma determinada época. Cada geração sobreporá a anterior e a posterior, não existindo uma linha distinta que as separe.

Quando pensamos em casa e decoração, entendemos que essa microgeração é aquela que traz a tecnologia para o seu dia a dia, sem esquecer o mundo analógico, elevando estilos e tendências que conseguem unir esses dois mundos.

Ainda é possível criar uma conexão com o fortalecimento de estilos como: rústico e vintage e tendências como: wabi sabi e hygge. Também com outros que consigam trazer as memórias e o aconchego à decoração, sem precisar abrir mão da tecnologia.

Quanto mais digitais somos, mais desejamos reviver o mundo analógico.

Foto por Jukov studio

por Refresher

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